quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Tentativas Frustadas

Tento engravidar, mas não consigo. O que fazer?

Por: Bruno Rodrigues

Carreira, objetivos a serem alcançados, estabilidade financeira e liberdade. Quem não tem esses objetivos em mente? Não bastassem todos esses desafios, muitas mulheres acrescentam mais uma "missão" na fase adulta: ser mãe. A questão é encaixar o período ideal de programar o bebê, o que nem sempre é fácil.

E devido aos inúmeros projetos profissionais, cada vez mais as mulheres adiam o sonho de serem mães. O "momento certo" de engravidar para aquelas que têm o desejo de ser mãe sempre chega, para algumas mais cedo e para outras mais tarde, mas sempre chega.
Não há motivo para pânico se em duas ou três tentativas para engravidar não deu certo. Estima-se que as chances de uma mulher engravidar até os 30 anos sejam de 20 a 30% por relação sexual. Se 100 mulheres fizerem sexo hoje sem nenhum tipo de contracepção, menos de 30 delas conseguirão a fecundação. Engravidar não é tão fácil assim.
Um casal só é considerado infértil se tentar regularmente a gravidez durante um ano e não conseguir sucesso. Para a Organização Mundial da Saúde, somente 15% dos casais têm algum problema de infertilidade durante a vida fértil.
Quando não se consegue engravidar logo se pensa em métodos complexos, entre os quais a fertilização em vitro, inseminação artificial, entre outros. Muitas vezes a solução é mais simples do que se imagina.
Alimentação inadequada, estresse exagerado e alterações emocionais são alguns dos fatores que, muitas vezes, alteram a fertilidade do casal. Muitas terapias naturais podem ajudar no controle dessas situações ou mesmo uma terapia para diminuir a ansiedade.
Outros motivos são determinantes nas dificuldades de engravidar, como excesso de peso, idade da mulher maior que 35 anos, doenças sexualmente transmissíveis e cigarro.
Segundo a bioquímica Carolina Ynterian, há um grupo de cinco fatores que são responsáveis por 40% das causas de infertilidade feminina:
Síndrome dos ovários Policísticos: causada por um desequilíbrio hormonal e excesso de hormônio masculino, provoca irregularidades na menstruação, aumento dos pêlos, ganho de peso e acne. A ovulação também fica muito comprometida, o que dificulta na gravidez. Ressalta-se que a gestação pode ocorrer neste quadro.
Endometriose: Doença que ocorre quando a mucosa que reveste o útero é expelida dentro da cavidade do abdômen ao invés de ser eliminada através do canal vaginal junto com o sangue menstrual e acaba dificultando a concepção.
Problemas ovulatórios: Principal causa de infertilidade nas mulheres, geralmente o que ocorre é uma falha na liberação de hormônios, irregularidade no ciclo menstrual ou problema nos ovários. Mediante isso, a ovulação fica prejudicada ou completamente ausente.
Alterações da tireóide: Aumento ou diminuição da função da glândula tireóide leva a um desequilíbrio hormonal, o que reflete no funcionamento dos ovários, consequentemente, na produção dos hormônios LH e FSH.
Aumento da prolactina: quando há aumento deste hormônio, os ovários não funcionam direito, o problema pode bloquear ou interferir a ovulação.
Não podemos esquecer que os homens também apresentam problemas de infertilidade e os principais são quando o homem não ejacula, não produz a quantidade adequada de espermatozóide, seus espermatozóides não se movimentam "bem", não têm uma forma normal ou não funcionam adequadamente.
Sabendo de tudo isso, quando o casal quiser engravidar o melhor é procurar um médico e realizar todos os exames para verificar se está tudo bem e assim tentar a gravidez. Se isso não der certo, há a possibilidade de se recorrer aos métodos de reprodução assistida.

Pensar para Gestar

Gravidez Planejada

Por:Clarice Skalkowicz Jreissati
Psicóloga


Escolhendo o momento de gestar
Encontrar sua alma gêmea e viver feliz para sempre. Esse é o grande sonho, aprendido desde a infância, quando escutamos os tradicionais contos de fadas. O princípe e a princesa tem muitos filhos e vivem felizes para sempre no seu castelo.
Mas não é o destino nem o capítulo final de um casamento feliz que trazem os filhos.
Ter filhos, dar espaço para eles na relação implica em várias decisões e avaliá-las com rigor pode ser um bom começo para esta emocionamente aventura.
Na verdade o que determina quando é chegada a hora de um casal se transformar em família é o emocional, o psicológico: o estar preparado enquanto casal para assumir esta responsabilidade e arcar com ela para todo o sempre, já que ter um filho é uma decisão sem volta.
Mas existem alguns parâmetros que ajudam a avaliar se o momento que vocês estão vivendo e pelo qual passa a relação é o mais indicado, e se o filho vai chegar numa boa hora para os dois.
A relação vai bem e o filho só vem a acrescentar?
Filho não é a solução para nenhuma crise conjugal e não evita o naufrágio do casal.
Pelo contrário, nos primeiros tempos, uma criança significa uma revolução tão grande que até os mais sólidos casamentos podem balançar temporariamente. Portanto, ter filhos só pode ser decidido num momento de estabilidade da relação.
O desejo de ter um filho é comum aos dois?
Os bebês não vem mais ao mundo "sem querer", as gestações ocorrem pelo desejo de ter um filho quer seja consciente ou inconsciente. O que garante o afeto e o amor ao bebê que está chegando é a certeza de que ele chegou com mútuo consentimento e desejo dos dois.
Existe uma pré- disponibilidade interna de cada um em abrir mão de uma vida mais descompromissada em prol do bebê que vai chegar?
Essa terceira pessoa que vem se juntar ao casal, exige cuidados, carinho e disponibilidade dos dois. Se os companheiros estão dispostos a lidar com os medos e ansiedades da gestação, com as noites maldormidas sem se sentir lesados por isso é um bom indicio de que é chegada a hora.
O momento foi planejado considerando os prós e contras da vida profissional de cada um?
Hoje é comum que homem e mulher trabalhem fora. Um filho pode causar mudanças e sacrifícios à carreira, sobretudo da mulher, que vai diminuir ou interromper suas atividades profissionais por um tempo ou definitivamente. E ainda vai querer contar com a ajuda e presença do marido ao lado dela.
Se vocês estão de acordo sobre isso e não vêem o bebê como um empecilho, então este filho será bem- vindo.
Vocês acreditam que realmente chegou o momento, é agora ou nunca?
Só vocês dois de corações abertos podem avaliar. E se juntos chegarem a esta decisão, está na hora de encomendar o berço, começar a lista do enxoval e buscar orientação sobre essa nova tarefa a que vocês estão dispostos : a de ser pais.
E não se envergonhem de buscar ajuda profissional para desvendar os "segredos "da maternidade e da paternidade. Afinal se para tirar carteira de habilitação é necessário fazer uma série de provas e testes, para ser pai e mãe e conduzir uma criança que vai chegar são necessários : amor, disponibilidade, afeto e muita, mais muita orientação.
Plagiando Chico Buarque de Hollanda, que esse bebê que vai chegar seja "o fruto mais bendito do amor de vocês". E que com muito carinho possam arrumar o "berço" para este mais novo membro da família.
Felicidades a vocês e aos bebês já presentes e aos que vão chegar . Trazendo mais alegria, sorrisos e felicidade.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Férias e Gravidez !!!!







Especial férias e gravidez: o que posso ou não posso?
O verão e as festas de fim de ano mudam a rotina da gestante. Confira agora o que você pode e o que você não pode fazer enquanto curte o seu descanso.
Por: Suzana Dias
 
1.    Posso viajar de carro? Até quantos quilômetros?
Normalmente, se a gravidez segue tranquila, as viagens de automóvel são liberadas até o sétimo mês, sem restrição de distância. Entretanto, vale a pena tomar certas precauções para garantir a sua saúde e a do bebê. Por exemplo, urinar com frequência, que é fundamental para prevenir infecções. “É importante usar meias elásticas de compressão específicas para gestantes, que não apertam a barriga, e fazer paradas periódicas para pequenas caminhadas e o uso do toalete. Além de viajar com lanchinhos e água no carro”, orienta a obstetra Barbara Murayama, de São Paulo. A partir do oitavo mês de gestação, o ideal é conversar com o médico que faz o pré-natal antes de viajar. Ele irá considerar o seu estado geral e também o tempo de deslocamento na estrada. “Quanto mais longa a viagem e quanto mais avançada a gestação, mais desgastante será para a mulher, pois a grávida fica cansada de ficar sentada muito tempo e pode ficar com os pés inchados”, diz Barbara. Quase todos os médicos, porém, proíbem as pacientes de deixar a cidade onde vivem quando entram no último mês de gestação devido ao maior risco de parto prematuro e rompimento da bolsa.

2.    E se eu preferir uma viagem de avião ou navio?
“As viagens de avião são permitidas até a 32ª semana de gestação, sempre lembrando o cuidado de usar meias elásticas de média compressão durante o vôo e caminhar durante a viagem, no máximo, a cada duas horas para prevenir tromboses”, explica Flávia Fairbanks, obstetra, de São Paulo. Segundo a especialista, quanto às viagens de navio, as maiores restrições são nas primeiras semanas devido às náuseas e aos vômitos, que podem ser mais intensos com o balanço da embarcação. A fase mais adequada para fazer um cruzeiro é a do segundo trimestre, já que no último as chances de alguma intercorrência séria aumentam. Mas saiba que nem todos os médicos são a favor desse tipo de passeio: alguns simplesmente não o permitem em nenhuma etapa da gravidez. Se você está grávida e não quer adiar a oportunidade de viajar de navio, procure escolher um roteiro curto, de no máximo quatro dias, pois ficar longe da costa por muito tempo pode ser arriscado. Mas lembre-se de que cada caso é um caso e, em qualquer hipótese, o melhor mesmo é discutir com o seu obstetra a situação.

3.    Posso frequentar uma sauna?
Não. A temperatura no interior da sauna é alta demais para a gestante. “As saunas devem ser evitadas durante toda a gestação, pois favorecem os episódios de taquicardia e hipotensão”, justifica Flávia Fairbanks.


4.    Se eu descer da serra para o litoral, posso ter algum problema?
Numa gestação normal, uma ligeira baixa na pressão arterial é algo comum, que pode ser ligeiramente agravado no litoral. Beber bastante água, comer a cada três horas e vestir roupas bem levinhas são atitudes que costumam funcionar para minimizar o mal-estar.

5.    Se eu for à praia, posso entrar no mar?
O banho de mar e de piscina é liberado para a maioria das gestantes até o nono mês, enquanto não houver dilatação do colo uterino. No mar, por precaução, procure não ir até muito fundo. Água na altura dos joelhos é o ideal. Também não fique de frente para as ondas, que não devem bater diretamente na barriga. “Evite ficar o dia todo de biquíni molhado ou úmido para não favorecer a ocorrência de candidíase, que já é mais comum nas grávidas”, alerta Flávia Fairbanks.

6.    E como eu me protejo do sol?
De acordo com a médica Barbara Murayama, o uso de protetores solares com FPS de pelo menos 30 é indispensável, assim como óculos escuros com proteção UVA e UVB e chapéus. “Na gestação, os cuidados para se proteger do sol devem ser redobrados, pois a pele da gestante já tem uma hiperpigmentação natural, por causa da ação hormonal, e, com isso, se não houver proteção adequada, a pele pode ficar manchada indefinidamente”, conclui a obstetra. Os cuidados adicionais são não se expor ao sol entre 10 e 16 horas, permanecer sob o guarda-sol a maior parte do tempo, beber muita água ou água de coco e usar hidratante na pele após o banho.


7.    Posso caminhar pela areia da praia?
Sim, desde que a área não esteja muito lotada de pessoas praticando esportes. Afinal, levar uma bolada ou um empurrão não é nada bom. “Um cuidado essencial é evitar fazer as cutículas imediatamente antes da ida à praia para diminuir a chance de haver uma porta de entrada para as bactérias presentes na areia”, recomenda a obstetra Flávia Fairbanks.

8.    Posso comer petiscos na praia e frutos do mar no restaurante?
Leve um lanche de casa para beliscar em frente ao mar. Nunca se sabe a procedência dos alimentos vendidos na praia e nem há quanto tempo foram preparados, o que pode ser sinônimo de contaminação. Portanto, o melhor é evitar. Quanto aos frutos do mar ou qualquer outra comida servida em restaurante, não há problemas desde que o estabelecimento seja confiável – e, claro, que você não tenha histórico de alergia a esses pratos. “Todos os alimentos consumidos devem ser cozidos, sempre frescos e recém-pescados, como uma maneira de minimizar o risco de intoxicação alimentar”, frisa a médica Flávia Fairbanks.

9.    Posso comer comidas apimentadas?
Não há restrição quanto a temperos durante a gravidez, mas a medida do desconforto gástrico é sempre individual. Por isso, pondere se você teve ou tem incômodos como enjoo, azia e refluxo antes de comer pratos muito condimentados.

10. Posso acompanhar meu filho mais velho ao parque aquático?
Sim, mas com muita cautela. “Tobogãs devem ser evitados, pois a mulher grávida se cansa mais facilmente. Então, fica difícil subir as escadas que dão acesso aos escorregadores. Além disso, podem ocorrer traumas durante o percurso e na chegada”, diz a médica Barbara Murayama, que aconselha a presença de mais um adulto para o caso de alguma emergência. No mais, valem os mesmos cuidados aplicados na praia e na piscina: uso de filtro solar e chapéu, muita hidratação e alimentação a cada três horas.

11. Nas ceias de final de ano, posso comer de tudo?
“Se não houver nenhuma restrição médica, como diabete gestacional e hipertensão arterial, pode-se comer de tudo. Mas é bom evitar grandes quantidades”, responde a obstetra Barbara Murayama. Priorize o consumo de saladas e frutas, que são alimentos mais leves, e sirva-se de pequenas porções de alimentos muito gordurosos. “Dê preferência também às carnes assadas, em vez das fritas, e não exagere nos doces. Prefira sucos naturais ou água a refrigerantes”, completa a especialista.

12. Posso beber uma taça de vinho, champanhe ou outro drinque?
A opinião dos especialistas varia um pouco. Há os que recomendam nada de álcool durante a gravidez por não se saber qual a dose segura para o bebê. Alguns médicos, porém, liberam uma taça de vinho ou champanhe ocasionalmente, durante uma reunião entre amigos, por exemplo. Drinques à base de bebidas destiladas, cujo teor alcoólico é muito alto, certamente devem ficar restritos aos outros convidados.





quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Novidade...

Achei um mimo!
Uma forma realmente delicada e inovadora de apresentar os anjinhos que acabaram de chegar, afinal todo mundo quer notícias!!!

Você já ouviu falar em cartão de nascimento?

Confira essa idéia diferente para enviar à família e amigos



Aqui no Brasil, eles não são comuns, por isso mesmo é uma forma inovadora (e supercharmosa) de contar para amigos e parentes que moram longe – ou aqueles que não poderão ir até a maternidade – sobre o nascimento do seu filho. Você pode criar um arquivo com a foto da criança. Se possível, não use aquela foto tirada no hospital pelas enfermeiras. Espere o bebê chegar no quarto para fotografá-lo do seu jeito. Coloque informações como peso, altura, hora e dia em que ele nasceu, finalize com uma frase divertida e envie por e-mail. Todo mundo vai adorar receber!

Revista Crescer

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

HUMANIZAÇÃO DO PARTO








HUMANIZAR: INSPIRAR A HUMANIDADE
ADOÇAR, SUAVIZAR, CIVILIZAR
TORNAR-SE HUMANO, COMPADECER.

O Parto Humanizado é aquele que tem o menos de intervenções possíveis, deixando a maior de todas as mães a MÃE NATUREZA agir. Dando a devida atenção a mãe e ao bebe deixando o que é natural ser o principal condutor deste momento mágico.

Humanizar o parto é mudar algumas “regras”, é disponibilizar informações à mãe para que ela tenha o poder de tomar suas decisões.

Sei que é tudo muito novo e que apesar de já se falar desse assunto, poucos sabem realmente as condutas que levam ao PARTO HUMANIZADO.

Hoje existem intervenções que precisam ser repensadas, mas que geralmente as futuras mamães nem sabem que acontecem e que mais ainda, podem que elas podem optar por recebê-las ou não e deixarem que seus bebes recebam ou não.

Um Parto Humanizado não necessariamente precisa ser normal, pode-se muito bem ter uma cesárea humanizada.

Fazer do nascimento algo natural, onde a fisiologia possa exercer sua força, afinal o corpo da mulher foi perfeitamente criado para gerar e parir.

O que precisa ser desmistificado é que Parto Humanizado, não quer dizer parto com dor... ela faz parte da fisiologia do parto mas cada mulher conhece seu limite e tem o direito de querer não senti-la, pode ser por meios não farmacológicos ou tomando analgésico/ anestésico.Isso a mãe vai decidir e colocar no seu Plano de Parto.

Parto Humanizado não é uma “técnica de parto”, nem um “tipo de parto”.
Humanizar o nascimento é mudar radicalmente a forma de enxergar esse momento mágico,
dispondo de recursos simples...como:


- O Plano de Parto.

-Doula que atua no pré-parto e no parto.
-O ambiente, calmo e acolhedor, uma música suave e relaxante, e uma conduta respeitosa por parte da equipe que assiste o parto.
-O contato imediato do bebe com a mãe, esse contato pele com pele, para reconhecimento é reconfortante tanto para mãe quanto para o bebe traz inúmeros benefícios.
-Colocar o bebe para mamar logo após o nascimento.
-O conhecimento da mãe sobre os procedimentos realizados no bebe após o parto, com esse conhecimento ela terá o poder de decisão de quais quer que sejam realizados e quais não.
-O alojamento conjunto que é um direito da mãe/bebe e deve ser exigido e vivenciado.
Num outro dia falaremos mais profundamente sobre os itens acima...e muitos outros!

Mas fica aqui a informação... reflitam e escolham a forma como desejam apresentar o MUNDO a seu FILHO...

Um beijo no coração de cada um e para as mamães beijo na barriga também....rsrsrsrs

Até...